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Já pensou seriamente onde vai parar todo o lixo que produz?

09-05-2019

Há quem lhe chame cenários catastróficos e quem prefira dizer que são apenas cenários realistas

A continuar estes ciclos de crescimento e de desperdício, o planeta não aguentará.

E foram vários os exemplos dados durante a 3ª edição do National Geographic Summit, desta vez realizado no Porto.

 

Claire Sancelot, mãe de três filhos, tentou exemplificar como uma família pode adaptar-se ao movimento de desperdício zero.

Antes dela, Paula Sobral, bióloga e investigadora do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, tinha deixado claro que os oceanos estão superlotados de microplásticos.

E Jamie Butterworth, que defende a introdução crescente da economia circular no quotidiano das PME.

 

Vejamos então o ciclo produtivo atual: “matéria prima-fabrico do produto-venda/compra-deitar fora”. “Onde Já pensou seriamente onde vai parar este lixo?”.

Na opinião de Jamie, cerca de 20% do que se deita fora pode ser recuperado.

Há números assustadores que definem a economia linear: um terço da comida produzida é desperdiçada; as construções crescem incessantemente; há 78 milhões de toneladas de plástico por ano (em 2050 serão 318 milhões) a andar por aí e só 10% poderá ser reciclado com a mesma qualidade. É então que desfila as medidas de urgência de passagem da economia linear para a circular.

 

  • A regra número um é ter a consciência de que já é “demasiado tarde para limpar”.
  • Logo de seguida, a responsabilidade é atribuída ao consumidor que pode fazer o produtor pagar tudo o que é mal concebido.
  • Regra número 3 é ter noção de que “os plásticos não são todos iguais”, precisam é de “ser usados no contexto certo”.
  • Outro mandamento é perguntar sempre se aquilo que estamos a consumir vem de uma fonte sustentável.
  • Por último, “é necessário identificar as oportunidades que possam ser escaladas e captar /desviar o capital para estes sistemas alternativos”.

 

Fonte: Visão

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zuka