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McDonald’s está a testar palhinhas de papel em Portugal

10-09-2019
À semelhança do que acontece no Reino Unido e na Irlanda desde Setembro de 2018, também em Portugal a cadeia de fast food McDonald's está a testar a introdução de novas palhinhas de papel. Ao PÚBLICO, e questionada sobre planos para substituir as palhinhas de plástico utilizadas em grande parte das bebidas, a empresa revela que já está em curso, em dois dos seus restaurantes, um teste-piloto onde são fornecidas apenas palhinhas compostas por 100% por papel ao consumidor.   “A McDonald's Portugal lançou, no dia 11 de Junho de 2019, um teste-piloto de seis meses, disponibilizando aos consumidores palhinhas em papel, com o objectivo de identificar soluções sustentáveis e amigas do ambiente, em alternativa ao uso de palhinhas de plástico nos restaurantes. Tal como acontece com a McDonald's Reino Unido, estamos a trabalhar com os nossos fornecedores de gestão de resíduos para encontrarmos uma solução de reciclagem mais sustentável”, refere a empresa.   Os dois restaurantes onde decorre o teste são o da Avenida D. João II em Vila Nova de Gaia e o da Rua Gregório Lopes no Restelo,​ em Lisboa. Neste último, o PÚBLICO pôde experimentar as novas palhinhas: são ligeiramente mais largas que as de plástico e são significativamente robustas, apesar de serem feitas de cartão.   Contribuir para uma consciência sustentável Para além deste teste em dois restaurantes, a McDonald's decidiu passar a disponibilizar palhinhas nos seus restantes estabelecimentos (170 no total) apenas quando os clientes as pedem. “Através desta iniciativa, a McDonald's pretende sensibilizar o consumidor para a redução da utilização de palhinhas de plástico nos restaurantes, contribuindo assim para um mundo mais amigo do ambiente e mais sustentável”, afirma a cadeia alimentar. No Reino Unido e na Irlanda, entretanto, já está em marcha a transição das palhinhas de plástico para as palhinhas de papel em todos os 1361 restaurantes da empresa naqueles dois países, após pressão dos consumidores e de organizações ambientalistas como a SumOfU.   Fonte: Público
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Makro quer economizar 300 toneladas de plástico até 2023

10-09-2019
A Makro anunciou ontem, dia 4 de setembro, que traçou uma meta para economizar no conjunto de todas as empresas do Grupo Metro, a que pertence, um total de 300 toneladas de plástico até 2023.   “A Makro Portugal encontra-se empenhada em construir um futuro onde a redução da utilização do plástico seja uma evidência e já oferece alternativas. Até 2023, pretende economizar 300 toneladas de plástico em conjunto com os restantes países da Metro, e até 2025 ambiciona capacitar os seus clientes de ferramentas para reduzir a sua pegada ecológica”, divulgas um comunicado da empresa de distribuição grossista.   De acordo com este documento, “este é um processo que já vem sendo traçado desde de 2014, ano em que a Makro Portugal começou a disponibilizar alternativas ao plástico provenientes de fontes renováveis, compostáveis e biodegradáveis, que não interferem na cadeia de abastecimento alimentar”.   “Através de algumas destas matérias, este ano os clientes Makro puderam contar com uma gama completa de soluções alternativas ao plástico a preços competitivos, como palhinhas, talheres, pratos, copos, sacos”, adianta o mesmo comunicado.   De acordo com Nuno Nogueira Oliveira, Quality Assurance Manager & Sustainability Officer da Makro Portugal, a filial portuguesa do Grupo Metro “trabalha para o 12º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que visa o consumo e produção responsáveis”.   “Por isso, estamos comprometidos com a transição para uma economia circular, na qual produtos e materiais circulam para eliminar o desperdício”, assegura este responsável.     Quais são os próximos objetivos? As próximas metas da empresa grossista no combate ao plástico, “passam por aumentar a consciencialização entre colaboradores e clientes para mudar padrões de consumo, otimizar os processos de gestão de resíduos e oferecer pontos de recolha nas lojas para aumentar a taxa de recolha e reciclagem, trabalhar com os fornecedores para disponibilizar aos clientes uma gama de produtos e soluções sustentáveis, otimizar as embalagens das marcas próprias para reduzir o seu impacto ambiental, impulsionado pelo princípio dos 3R – ‘reduzir, reciclar, renovar’”.   “O futuro prepara-se no passado e faz-se no presente – esta frase ilustra bem o trabalho que tem sido desenvolvido pela Makro Portugal. Ao participar desde 2014 na Metro Plastic Iniciative, em conjunto com 12 países da METRO, contribuímos para a optimização de 11.000 embalagens nas nossas marcas próprias, para a redução de 400 toneladas de material. Neste último ponto em particular a Makro Portugal conseguiu encontrar alternativas ao PVC em 100% das embalagens nas suas marcas próprias (Makro Chef, Makro Professional, ARO e Rioba), substituindo um plástico considerado ’problemático’ pelos resíduos tóxicos resultantes da sua produção e eliminação”, defende Nuno Nogueira Oliveira.   Segundo o comunicado do grupo de distribuição, “os clientes da empresa grossista podem assim assumir a responsabilidade e contribuir ativamente para a preservação dos ecossistemas locais”.   “A Makro compromete-se a apoiar os seus clientes durante o período de transição dos plásticos de uso convencional com informações sobre como usar e descartar os materiais alternativos com eficiência”, garante o referido comunicado.   Fonte: Jornal Económico
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