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O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima)

13-02-2019
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, mais conhecido como IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) é uma organização científico-política, criada em 1988, pela iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da Organização Meteorológica Mundial(OMM).   Tem como objetivo principal sintetizar e divulgar o conhecimento mais avançado sobre as mudanças climáticas que hoje afetam o mundo, especificamente, o aquecimento global, apontando as suas causas, efeitos e riscos para a humanidade e o meio ambiente, e sugerindo maneiras de combater os problemas.   O IPCC não produz pesquisa original, mas reúne e resume o conhecimento produzido por cientistas de alto nível independentes e ligados a organizações e governos.   É do conhecimento geral que o IPCC representa a maior autoridade mundial a respeito do aquecimento global e tem sido a principal base para o estabelecimento de políticas climáticas mundiais e nacionais, mas isso não o livra de receber críticas. Desde sua fundação, o IPCC produziu cinco grandes relatórios e alguns outros documentos. O primeiro relatório surgiu em 1990 e o último em 2014.   A qualidade e seriedade do seu trabalho, que envolve milhares dos mais reputados cientistas da atualidade, valeu-lhe o Prémio Nobel da Paz em 2007.   Encontre todos os estudos, relatórios e atividades do IPCC no site: https://www.ipcc.ch/
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Energias renováveis reduzem em 6 milhões de toneladas as emissões de CO2

11-02-2019
A associação ambientalista ZERO e a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), comunicaram recentemente que 2018 foi o ano em que se “bateram recordes”, acrescentando que em março do ano passado a produção renovável “foi suficiente para satisfazer o consumo total de eletricidade em Portugal Continental”, com especial contribuição das tecnologias eólica e hídrica.   “Houve uma redução entre 2017 e 2018 de cerca de 6 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono associadas à produção de eletricidade, passando-se de 19,4 milhões de toneladas em 2017 para 13,5 milhões de toneladas em 2018. Esta redução representa cerca de 10% das emissões nacionais”, referem.   Os níveis de incorporação das energias renováveis proporcionam, segundo estas associações, “grandes benefícios económicos e ambientais para o país”, nomeadamente “uma poupança em importações de combustíveis fósseis” de 1,268 mil milhões de euros, assim como “evitar a aquisição de licenças de emissão de CO2 no valor de 191 milhões de euros, correspondente a um total de 12 milhões de toneladas de emissões equivalentes de CO2”.   As duas associações dizem, contudo, que são “preocupantes” a “estagnação da produção solar” e o “aumento do consumo de eletricidade sem eficiência energética”. Francisco Ferreira, presidente da ZERO, considera que Portugal “tem de investir muito mais na eficiência energética e nas energias renováveis para ser neutro em carbono em 2050”.   Fonte: Observador
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