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Web Summit: Cinco ideias sobre sustentabilidade e ambiente

12-11-2019
Planet:tech é o nome da secção onde se fala sobre o planeta Terra naquela que é uma das maiores cimeiras de tecnologia, inovação e empreendedorismo a nível mundial. Mas a Web Summit não vive só disso: ambiente e sustentabilidade estiveram na ordem do dia.   1. “Sustentabilidade não é uma dor de cabeça” Vanessa Wright, vice-presidente global de sustentabilidade da Pernord Ricard, referiu que o que aparenta ser um obstáculo deve ser encarado como um desafio positivo e uma oportunidade para inovar e melhorar. Jay Ivengar, da empresa Xylem Water Solutions, afirmou que “tecnologia e inovação são a chave”.   2. “Apoiar empresas que estão a fazer a coisa certa” Diana Cohen, CEO da Plastic Pollution Coalition, explicou que é importante ter uma consciência ambiental sobre a atuação de empresas e os consumidores devem apoiar as que adotam comportamentos sustentáveis.   3. “Ou partilhamos a solução, ou partilhamos o problema” Para António Mexia, presidente executivo da EDP, a chave do sucesso envolve a entreajuda, a responsabilidade social e a partilha do know-how. O sigilo não é mais a alma do negócio, as empresas não se devem encarar como concorrentes, mas como parceiros.   4. “Ser verde em casa e no trabalho” Lise Kingo, diretora executiva do Pacto Global das Nações Unidas, explicou a importância de adotar comportamentos sustentáveis tanto a nível individual, em casa, como empresarial, no trabalho.   5. “Fazer escolhas conscientes todos os dias” Contrariando os que acreditam que gestos mínimos não têm impacto, a vice-presidente global de sustentabilidade da Pernord Ricard acha que é melhor termos milhões de pessoas a fazerem “atos pequenos e imperfeitos” do que apenas algumas pessoas a fazerem muito.   Fonte: JPN
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Reciclagem têxtil dá passo gigante

12-11-2019
Uma das maiores dificuldades na reciclagem de têxteis e vestuário pós-consumo prende-se com a separação de fibras. A produtora sueca de polpa de madeira Södra criou uma solução em que grandes quantidades de tecidos de algodão e com misturas podem ser reciclados e dar origem a novos têxteis.   A Södra tem investido e desenvolvido um processo industrial onde mistura celulose proveniente da madeira com uma quantidade significativa de resíduos têxteis. O resultado é «uma matéria-prima completamente nova, pronta a reentrar na indústria têxtil», revela a empresa sueca no seu website. «Apenas uma parte negligenciável da produção mundial de têxteis e vestuário é atualmente reciclada», afirma Lars Idermark, presidente e CEO da Södra.   «Estamos a redesenhar o mapa para a indústria têxtil e da moda ao oferecer fluxos circulares de fibras têxteis», considera Johannes Bogren, presidente da Södra Cell Bioproducts. «Uma camisola pode agora tornar-se novamente numa camisola. Isto vai criar valor acrescentado para os nossos clientes e, sobretudo, para a indústria da moda. É um grande dia para nós e também para a emergente bioeconomia circular», garante.   Helena Claesson, gestora de projeto na Södra, explica que o processo vai igualmente ser testado com fibras de viscose e liocel, para além das misturas algodão/poliéster.   «Estamos atualmente a procurar empresas com elevadas ambições de sustentabilidade que queiram juntar-se a nós para entregar têxteis», adianta.   Fonte: Portugal Têxtil
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Incentivos, penalizações e educação: os desafios da reciclagem do plástico

09-10-2019
Esta realidade seria diferente se os resíduos fossem separados corretamente. Para isso, diz quem está no setor, é necessário sensibilizar, incentivar e penalizar, entre outras medidas.   Um tema que esteve em destaque na mesa redonda "Desafios da Reciclagem", no Plastics Summit, organizado pela Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos (APIP), em Ílhavo. Carmen Lima, coordenadora do Centro de Informação de Resíduos da Quercus, defende "a aposta em recolhas seletivas", bem como em "novas soluções de matérias-primas para produção de plástico". Além disso, sugere que sejam dados "incentivos à utilização de materiais reciclados", como a redução do IVA. Para a responsável pela área dos resíduos da Quercus, os consumidores "deveriam pagar uma taxa quando compram embalagens de plástico", para sentirem a ecotaxa. "Temos que fazer sentir que a responsabilidade é dos consumidores, que são uma peça fundamental. São eles que colocam ou não nos ecopontos", defendeu. João Letras, diretor do Departamento de Gestão de Resíduos da Sociedade Ponto Verde, reforçou que ”o consumidor tem de ter noção que os seus hábitos de consumo têm consequências", pelo que propõe, por exemplo, que haja um pagamento pelo lixo indiferenciado.   De acordo com as metas impostas pela Comissão Europeia e aprovadas pelos Estados-membros, até 2025 deve ser reciclado 50% do plástico, percentagem que aumenta para 55% até 2030.   Fonte: Diário de Notícias
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