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Desconstrução do plástico estimula mercado de 120 mil milhões

09-05-2019
Cerca de 60 empresas químicas apressam-se em desenvolver tecnologias que possam devolver resíduos aos seus ingredientes originais de hidrocarbonetos. O processo - um tipo de desconstrução do plástico - cria uma resina virgem e limpa que pode ser usada em novos produtos, evitando a necessidade de bombear petróleo para novos lotes intermináveis.   As apostas não poderiam ser maiores para uma indústria sob ataque por produzir um material omnipresente, essencial para a vida moderna, que ganhou notoriedade por sufocar oceanos e matar os seus seres vivos.   Uma oportunidade de mercado de 120 mil milhões de dólares para materiais reciclados aguarda tecnologias de sucesso, segundo o relatório da Closed Loop.   "Não poderemos alcançar o objetivo a menos que possamos fazer algo que vá além dos tradicionais sistemas de reciclagem mecânica que temos hoje", afirmou Tim Dell, vice-presidente de inovação corporativa da Eastman Chemical.   A reciclagem de produtos químicos pode quadruplicar as taxas globais de reciclagem de plásticos para 50% até 2030, acima dos 12% atuais, segundo um relatório da consultoria McKinsey divulgado em dezembro.   A McKinsey estima que serão necessários até 20 mil milhões de dólares por ano para o aperfeiçoamento dos sistemas de recuperação de resíduos, cerca de um quinto do gasto médio de capital da indústria química.   Fonte: Jornal de Negócios
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Já pensou seriamente onde vai parar todo o lixo que produz?

09-05-2019
A continuar estes ciclos de crescimento e de desperdício, o planeta não aguentará. E foram vários os exemplos dados durante a 3ª edição do National Geographic Summit, desta vez realizado no Porto.   Claire Sancelot, mãe de três filhos, tentou exemplificar como uma família pode adaptar-se ao movimento de desperdício zero. Antes dela, Paula Sobral, bióloga e investigadora do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, tinha deixado claro que os oceanos estão superlotados de microplásticos. E Jamie Butterworth, que defende a introdução crescente da economia circular no quotidiano das PME.   Vejamos então o ciclo produtivo atual: “matéria prima-fabrico do produto-venda/compra-deitar fora”. “Onde Já pensou seriamente onde vai parar este lixo?”. Na opinião de Jamie, cerca de 20% do que se deita fora pode ser recuperado. Há números assustadores que definem a economia linear: um terço da comida produzida é desperdiçada; as construções crescem incessantemente; há 78 milhões de toneladas de plástico por ano (em 2050 serão 318 milhões) a andar por aí e só 10% poderá ser reciclado com a mesma qualidade. É então que desfila as medidas de urgência de passagem da economia linear para a circular.   A regra número um é ter a consciência de que já é “demasiado tarde para limpar”. Logo de seguida, a responsabilidade é atribuída ao consumidor que pode fazer o produtor pagar tudo o que é mal concebido. Regra número 3 é ter noção de que “os plásticos não são todos iguais”, precisam é de “ser usados no contexto certo”. Outro mandamento é perguntar sempre se aquilo que estamos a consumir vem de uma fonte sustentável. Por último, “é necessário identificar as oportunidades que possam ser escaladas e captar /desviar o capital para estes sistemas alternativos”.   Fonte: Visão
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Bruxelas pede “esforços adicionais” na gestão de resíduos e dos recursos hídricos

11-04-2019
Há três grandes desafios que Portugal tem pela frente nos próximos anos em matéria de política ambiental: melhorar a gestão dos resíduos e dos recursos hídricos e a conservação da natureza. Para abordá-los são necessários “esforços adicionais”.   Quem o diz é a Comissão Europeia (CE), no chamado “Reexame da aplicação da política ambiental da UE de 2019: uma Europa que protege os seus cidadãos e melhora a sua qualidade de vida”, publicado para os 28 Estados-membros nesta sexta-feira. “Portugal é um dos países em risco de incumprimento do objetivo da União Europeia [UE] de reciclar 50% dos resíduos urbanos até 2020”. Está longe disso, uma vez que, sublinha, a taxa global de reciclagem em 2017 era de 28%.   Outro problema são as “diferenças significativas entre as regiões” em relação a esta matéria. É preciso “melhorar a recolha seletiva de resíduos”, assim como na gestão dos recursos hídricos, os desafios colocam-se no plano da “governação” e na “necessidade de colmatar lacunas a nível do investimento em recursos hídricos, especialmente no domínio das águas residuais”, lê-se no relatório. No plano da conservação da natureza, a maior preocupação é a rede Natura 2000, particularmente a rede marinha, que está por completar, bem como a definição de “medidas de gestão necessárias para os sítios já designados”. Estão ainda por assegurar as medidas complementares necessárias para “assegurar a correcta aplicação” do regulamento sobre as espécies exóticas invasoras da UE.   O relatório da CE não se limita a apontar as áreas onde ainda é preciso trabalhar. Também nomeia aquelas em que se registaram melhorias. Por exemplo, “foram alcançados progressos substanciais na transição para uma economia circular”, lê-se no relatório. E há mesmo exemplos de boas práticas como o esforço por tornar a administração pública “mais sustentável”, através da redução da utilização de papel e de utensílios de plástico descartáveis e a limitação da aquisição de combustíveis fósseis.   Fonte: Público
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