Icone Menu
Peça-nos um orçamento

Notícias recentes:

Icone Aspas da Semural

Incentivos, penalizações e educação: os desafios da reciclagem do plástico

09-10-2019
Esta realidade seria diferente se os resíduos fossem separados corretamente. Para isso, diz quem está no setor, é necessário sensibilizar, incentivar e penalizar, entre outras medidas.   Um tema que esteve em destaque na mesa redonda "Desafios da Reciclagem", no Plastics Summit, organizado pela Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos (APIP), em Ílhavo. Carmen Lima, coordenadora do Centro de Informação de Resíduos da Quercus, defende "a aposta em recolhas seletivas", bem como em "novas soluções de matérias-primas para produção de plástico". Além disso, sugere que sejam dados "incentivos à utilização de materiais reciclados", como a redução do IVA. Para a responsável pela área dos resíduos da Quercus, os consumidores "deveriam pagar uma taxa quando compram embalagens de plástico", para sentirem a ecotaxa. "Temos que fazer sentir que a responsabilidade é dos consumidores, que são uma peça fundamental. São eles que colocam ou não nos ecopontos", defendeu. João Letras, diretor do Departamento de Gestão de Resíduos da Sociedade Ponto Verde, reforçou que ”o consumidor tem de ter noção que os seus hábitos de consumo têm consequências", pelo que propõe, por exemplo, que haja um pagamento pelo lixo indiferenciado.   De acordo com as metas impostas pela Comissão Europeia e aprovadas pelos Estados-membros, até 2025 deve ser reciclado 50% do plástico, percentagem que aumenta para 55% até 2030.   Fonte: Diário de Notícias
Icone Aspas da Semural

Empresas portuguesas libertam menos C02 mas ainda há muita pegada para limpar

09-10-2019
Depois de, em 2017, ter registado o quinto maior aumento no dióxido de carbono libertado para a atmosfera entre os países da União Europeia (cerca de 7,3%), Portugal foi o estado-membro que mais baixou as emissões no ano passado, na ordem dos 9%. E algumas das principais empresas portuguesas acompanharam a tendência, com diminuições percentualmente superiores, nalguns casos.   A redução do dióxido de carbono, gás presente em 80% das emissões de gases com efeito de estufa na UE, é um processo em curso no conjunto dos estados-membros desde 2003, ano do pico de 5,2 mil milhões de toneladas, e em Portugal desde 2005 (recorde de 85,6 milhões).   O Acordo de Paris, de 2015, já assinado por 195 países, estabelece, porém, a neutralidade carbónica – a emissão não pode superar a absorção de carbono – como uma necessidade até 2050, para se evitar que o aumento da temperatura média global seja superior a 1,5 graus Celsius, ou dois graus na pior das hipóteses, face aos valores médios pré-industriais.   Outra das fontes de dióxido de carbono é a indústria transformadora; 2017, o setor emitiu 7,6 milhões de toneladas (10,7% do total do país), uma quantidade inferior à norma da primeira década do presente século, que oscilou entre oito e 12 milhões, mas superior à de 2016 em 3,2%.   A produção de têxtil e vestuário é outro setor com impacto no país, quer económico – as exportações de 5,3 mil milhões de euros em 2018 constituem um recorde -, quer ambiental, não só por causa das emissões de carbono decorrente da atividade, mas também dos elevados consumos de água e do uso de produtos químicos perigosos, agravados por tendências que convidam ao consumo permanente de peças novas (fast fashion).   Fonte: Público
Icone Aspas da Semural

McDonald’s está a testar palhinhas de papel em Portugal

10-09-2019
À semelhança do que acontece no Reino Unido e na Irlanda desde Setembro de 2018, também em Portugal a cadeia de fast food McDonald's está a testar a introdução de novas palhinhas de papel. Ao PÚBLICO, e questionada sobre planos para substituir as palhinhas de plástico utilizadas em grande parte das bebidas, a empresa revela que já está em curso, em dois dos seus restaurantes, um teste-piloto onde são fornecidas apenas palhinhas compostas por 100% por papel ao consumidor.   “A McDonald's Portugal lançou, no dia 11 de Junho de 2019, um teste-piloto de seis meses, disponibilizando aos consumidores palhinhas em papel, com o objectivo de identificar soluções sustentáveis e amigas do ambiente, em alternativa ao uso de palhinhas de plástico nos restaurantes. Tal como acontece com a McDonald's Reino Unido, estamos a trabalhar com os nossos fornecedores de gestão de resíduos para encontrarmos uma solução de reciclagem mais sustentável”, refere a empresa.   Os dois restaurantes onde decorre o teste são o da Avenida D. João II em Vila Nova de Gaia e o da Rua Gregório Lopes no Restelo,​ em Lisboa. Neste último, o PÚBLICO pôde experimentar as novas palhinhas: são ligeiramente mais largas que as de plástico e são significativamente robustas, apesar de serem feitas de cartão.   Contribuir para uma consciência sustentável Para além deste teste em dois restaurantes, a McDonald's decidiu passar a disponibilizar palhinhas nos seus restantes estabelecimentos (170 no total) apenas quando os clientes as pedem. “Através desta iniciativa, a McDonald's pretende sensibilizar o consumidor para a redução da utilização de palhinhas de plástico nos restaurantes, contribuindo assim para um mundo mais amigo do ambiente e mais sustentável”, afirma a cadeia alimentar. No Reino Unido e na Irlanda, entretanto, já está em marcha a transição das palhinhas de plástico para as palhinhas de papel em todos os 1361 restaurantes da empresa naqueles dois países, após pressão dos consumidores e de organizações ambientalistas como a SumOfU.   Fonte: Público
voltar ao topo

Ao subscrever a nossa newsletter, está a concordar com a Política de Privacidade.

zuka